Guia do Evento FUT Birthday para FIFA 20 Ultimate Team

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FUT Birthday para FIFA 20 Ultimate Team

O evento FUT Birthday é uma promo de FIFA 20 Ultimate Team que celebra o décimo primeiro aniversário desde modo de jogo. Entre outras ofertas, destaca-se o lançamento de cartas temáticas melhoradas em ratings, stats, weak foot e skills.

 

FUT Birthday para FIFA 20

O evento que celebra o aniversário de FUT

O aniversário de FUT é celebrado com o evento FUT Birthday para FIFA 20 e as suas várias ofertas. Além de desafios de montagem de elencos diários, há também lugar a objetivos diários especiais, bónus nos Player Picks da Weekend League e, claro, cartas temáticas de jogadores. Alguns DMEs e objetivos dão também acesso a mais cartas FUT Birthday que, assim como os pacotes promocionais, estarão também disponíveis ao longo de todo o evento.

 

Lista de Jogadores

Os jogadores escolhidos para este evento

Eis a lista completa da primeira equipa:

EQUIPA 1
87 RB: João Cancelo (Manchester City)
88 CB: Lucas Hernández (Bayern München)
87 CB: Dakonam Djené (Getafe CF)
88 CM: Moussa Sissoko (Tottenham Hotspur)
92 CAM: Antoine Griezmann (FC Barcelona)
90 CAM: Kai Havertz (Bayer 04 Leverkusen)
89 CAM: Muniain (Athletic Club de Bilbao)
85 CAM: Nicolás Gaitán (LOSC Lille)
88 RW: Allan Saint-Maximin (Newcastle United)
87 RW: Hirving Lozano (Napoli)
87 LM: Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund)
86 CF: Joaquín Correa (Lazio)
94 ST: Kylian Mbappé (Paris Saint-Germain)
94 ST: Eden Hazard (Real Madrid)
90 ST: Marcus Rashford (Manchester United)

Via DMEs e Objetivos
90 CAM: Mesut Özil (Arsenal)
88 RW: Karim Bellarabi (Bayer 04 Leverkusen)
86 CAM: Lucas Paquetá (Lazio)


 
 
EQUIPA 2
87 RWB: Danny da Costa (Eintracht Frankfurt)
93 CB: Virgil van Dijk (Liverpool)
88 LB: Theo Hernández (AC Milan)
92 CM: Paul Pogba (Manchester United)
86 CM: Maximilian Eggestein (SV Werder Bremen)
91 RW: Gareth Bale (Real Madrid)
91 RW: Ángel Di María (Paris Saint-Germain)
89 LM: Douglas Costa (Juventus)
87 LM: Thomas Lemar (Atlético Madrid)
90 ST: Alexandre Lacazette (Arsenal)
86 ST: Kevin Lasagna (Udinese)

Via SBCs e Objetivos
89 CB: Kostas Manolas (Napoli)
87 GK: Nick Pope (Burnley)
88 ST: Rodrigo Moreno (Valencia CF)
87 CB: Malang Sarr (OGC Nice)
88 CDM: Tiémoué Bakayoko (AS Monaco)
86 ST: Jhon Córdoba (1. FC Koln)


2 COMENTÁRIOS

  1. A evolução do handcap ao longo dos anos do modo FUT
    Vale aqui dizer que algumas formas sempre foram utilizadas: as cartas do time a ser prejudicado, colocando-se em impedimento constantemente, ou correndo para a frente do gol, para bloquear a possibilidade deste time fazer gol, ou simplesmente aproximando-se do marcador, para facilitar a perda da bola. Estas modalidades são utilizadas até hoje.
    Lembro que no Fifa 2012, quando conheci o programa, o jogo já era manipulado. Ainda de forma muito rudimentar e muito mais perceptível. Ao ser atacado, pelo menos uma das cartas da equipe que deveria ser prejudicada, corria em câmera lenta (destoava visualmente das outras cartas), ou passavam a correr de lado (como um caranguejo), ou nas pontas dos dedos (muito semelhante à um passo de balé). Os primórdios do handcap.
    Creio que foi no Fifa 2014, que foi inserido o uso mais forte de cartas do mesmo time para impedir um gol da própria equipe, ou para facilitar que o adversário marcasse. Ambas as situações aconteceram comigo: uma vez, meu ST aplicou um carrinho no companheiro que iria fazer um gol; em outra oportunidade, um CB chutou e derrubou o parceiro de zaga, para que não impedisse o atacante adversário de marcar.
    Com o passar dos anos a EA foi melhorando a performance do handcap. No Fifa 2018, criou jogadas elaboradas, onde 3 ou 4 jogadores falhavam seguidamente em jogadas extremamente fáceis, até que o beneficiário do handcap fizesse o gol. Mas era tão evidente que foi retirada do programa e este ano ainda não identifiquei alguma situação similar.
    Também no Fifa 2018 foi criado o acumulador de toque. O player dá um comando em uma situação, que só será executado em um segundo momento ou será executado em dobro, por uma segunda carta. Assim o jogo tira de contexto uma ação, propositalmente, visando prejudicar um dos contendores.
    No Fifa 2019, ao apertar o botão A, a carta que estava marcando se ajoelhava e aí haviam 2 possíveis situações: ou o jogo inventava uma falta, ou o adversário seguia jogando, enquanto a carta permanecia ajoelhada. Ainda neste ano, foi inserido um delay gigante. Tanto que é possível ver a carta afetada executando ações, enquanto a bola já foi tocada 2 vezes, e está distante do local (situação risível).
    No Fifa 2020, além de manter o acúmulo de toques no controle, e a carta que se ajoelha, também foi inserido um ou alguns toques a mais, antes de cumprir a ação comandada. Assim o handcap altera uma situação que poderia redundar em um gol indesejado. Mais ainda, os erros de marcação de impedimento e faltas tornaram-se decisivos: recentemente tomei um gol, nos descontos do jogo, sendo que meu adversário estava com as duas cartas que fizeram a jogada, no mais absurdo dos impedimentos. Duplo, ainda por cima. Também já tive gols anulados por impedimentos, que no próprio replay da jogada, era possível ver que não havia impedimento, com o goleiro e mais 2 defensores dando condições ao atacante.
    Mas é claro que alguns dirão que não se provou a existência do handcap. Não discuto isto, pois tanto podem ser insanos, como pagos pela empresa para falar bem do jogo.
    Fica aí um resumo do aniversário do handcap no modo FUT.

  2. Bom dia.
    Fiz um levantamento rápido sobre addons, vendidos dentro de jogos, com dinheiro do mundo real. Observei um jogo de carros de corrida, um jogo de tiro, o concorrente do Fifa, e um puzzle.
    A conclusão óbvia é que a venda de addons no jogo, é uma fonte de renda para a empresa desenvolvedora do game. Entendo que seja perfeitamente lícita, afinal se a empresa não lucra, simplesmente fecha.
    1) Puzzle: – ao atingir um determinado nível, para prosseguir ascendendo, o player terá que pagar o acesso. Característica: – o player compra objetivamente o que deseja.
    2) Jogo de tiro: – algumas armas potentes são vendidas dentro do jogo. Assim sendo, o player pode eliminar mais facilmente os personagens inimigos. Característica: – o player compra objetivamente o que deseja.
    3) Corrida de carros: – alguns carros mais rápidos, equilibrados e potentes são vendidos dentro do jogo. Assim o player encontra mais facilidade para atingir o objetivo. Característica: – o player compra objetivamente o que deseja.
    4) Jogo de futebol: – com as moedas adquiridas com dinheiro real, é possível acessar cartas de primeira linha, as melhores do jogo, a escolher entre um lote de cartas pré-definidas. Uma espécie de pacotes já abertos, onde o player escolhe as cartas desejadas. Característica: – o player pode até nem ter à disposição aquela carta desejada, mas terá um outra equivalente.
    Comparando com a filosofia dos Fifa Points, entendemos que o usuário do Fifa leva, em tese, uma certa desvantagem em relação aos demais jogos, que vendem o que o player precisa para evoluir no jogo. Ao contrário do Fifa, onde o player só consegue comprar pacotes, sem saber o que está contido neles. Isto é mais um indício do que se torna extremamente perceptível ao jogar o Fifa em modo online. A disputa entre um comprador do addon e um player não comprador, está sendo visivelmente decidida pelo handcap. Cria-se, assim, uma legião de vencedores sem mérito. Muitos percebem que sua vitória não tem nenhum valor e passam a retardar o jogo, visivelmente temerosos, para não arriscarem tomar gols.
    Fica aqui a sugestão para a EA acabar com o handcap: que o acesso a jogos online seja comprado em Fifa Points, tipo um token. Todos pagariam, e assim não precisaria agradar os compradores de Fifa Points, prejudicando constante e efetivamente os não compradores, visando dar a vitória aos clientes preferenciais.
    Creio que vários players que abandonaram o Fifa, ao saber que o handcap haveria acabado, retomariam a jogar.
    Abraços.

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